segunda-feira, 24 de novembro de 2014
sexta-feira, 14 de novembro de 2014
sexta-feira, 7 de novembro de 2014
quarta-feira, 29 de outubro de 2014
sexta-feira, 24 de outubro de 2014
segunda-feira, 13 de outubro de 2014
Constelação do Centauro
(O Guardador de Estrelas) Na mitologia grega há seres que da cintura para cima são como humanos, e da cintura para baixo são como cavalos. Esses seres imaginários simbolizavam para os gregos o ideal de força e de agilidade dos cavalos, somadas à inteligência humana. Afinal, os cavalos representaram a velocidade máxima que nossos ancestrais podiam alcançar durante toda a história anterior à invenção dos motores mecânicos, que originaram a revolução industrial.
Estes seres eram considerados brutos e violentos (guerra), mas entre eles havia um que se diferenciava por sua sabedoria e benevolência, seu nome era Chiron, o centauro imortal.
quarta-feira, 21 de maio de 2014
O nome das estrelas e suas constelações
(O Guardador de Estrelas) Todo mundo gosta muito de estrelas, mas você já pensou em conhecê-las por seus nomes próprios?
É muito legal! Conhecer e identificar as estrelas e os planetas os torna mais “próximos” de nós, e depois de um tempo eles passam a fazer parte de nossas vidas, de nossas lembranças. Às vezes, quando fico muito tempo sem ver uma determinada estrela, eu acordo de madrugada para vê-la. Há uma relação de saudade.
Até conseguirmos reconhecer uma estrela no céu pode levar algum tempo de observação, mas todos somos capazes de identificá-las, se nos dispusermos a isso. Com uma ajuda então, a coisa fica bem mais fácil e divertida. Na maioria das vezes, a maior dificuldade mesmo é reunir as condições ideais para poder observar o céu, especialmente para os habitantes dos grandes centros urbanos, mas também e cada vez mais no interior, à medida que se ampliam as redes de energia elétrica pelas zonas rurais.
segunda-feira, 24 de março de 2014
A Ursa Maior e a Ninfa Calisto
(Dermeval Carneiro - O Povo) Ursa Maior é um belíssimo grupo de estrelas localizado no hemisfério norte celeste – também visível por habitantes nas regiões próximas à Linha do Equador. Em Fortaleza e demais capitais do Norte e Nordeste do Brasil, essas estrelas são facilmente visíveis no céu noturno nessa época do ano. Ursa Maior é uma constelação de muita referência para os habitantes do Norte, tal como é a constelação do Cruzeiro do Sul para nós habitantes do Hemisfério Sul.
Achamos importante levarmos o leitor desse importante caderno do Jornal O POVO, o Ciência & Saúde, a um passeio pela cultura.
Existem muitas lendas associadas a essa constelação. Chineses, gregos, escandinavos e vários outros povos fizeram suas referências a esse grupo de estrelas. Ao longo dos séculos, a constelação também mudou de nome várias vezes, já foi Arctos (urso em grego), Arado, Arca de Noé, Septem Triones (Os Sete Bois), Carro de David, Esquife, Septarsi (Os sete Sábios, em sânscrito). Mas a grande maioria dos povos sempre a chamou de Ursa.
Das várias mitologias associadas a essa constelação a que mais me encanta é a Estória da Ninfa Calisto da mitologia grega, principalmente quando contada, de forma elegante e didática, por Rubens de Azevedo no seu livro No Mundo da Estelândia (Editora do Brasil, 1968), a qual reproduzo aqui:
“A Ninfa Calisto era companheira inseparável de Artemis (Diana), a deusa da caça. Resolvida a guardar a castidade, afastou-se do convívio dos mortais e juntou-se ao grupo de ninfas que acompanhavam a deusa.
Um dia, porém, Zeus viu a bela jovem a correr pela floresta e apaixonou-se por ela. Como a ninfa fugia a todos os homens, o deus dos deuses transformou-se na própria Artemis e, assim, conseguiu aproximar-se da jovem, realizando seu intento. Envergonhada por ter sido seduzida, Calisto refugiou-se no fundo do bosque e, ali, deu à luz um menino que se chamou Arcas. Após o nascimento do garoto, Calisto, imaginando ocultar o fato, voltou a participar do cortejo de Artemis; esta, porém, furiosa ao perceber tudo (já era uma deusa) transformou-a numa enorme ursa. A infeliz ficou a vagar pelos bosques da Arcádia enquanto o garoto, sob a proteção de Zeus, cresceu e se tornou um belo rapaz e um famoso caçador.
Um dia, Arcas viu uma enorme ursa que se movia vagarosamente, como que a segui-lo. Empunhando o arco, colocou nele uma flecha e apontou para o animal, que o fitava com a expressão da mais dolorida ansiedade. Como é fácil adivinhar, tratava-se da ninfa, mãe do jovem, o qual, de nada sabendo, retesou o arco e a flecha partiu.
Lá do alto do céu, Zeus percebeu a tragédia iminente. E, para evitar o matricídio, transformou, repentinamente, o jovem caçador num pequeno urso – o qual, reconhecendo na ursa a sua mãe, correu ao seu encontro. Para completar a obra, Zeus fez com que ambos se transformassem em constelações”.
E assim, então, para sempre no céu a Ursa Maior e Ursa Menor, duas importantes constelações do Hemisfério Norte.
Se você estiver olhando para o nascente(ponto cardeal Leste), à sua esquerda estará o Norte celeste, onde você poderá ver a Ursa Maior a partir das 20 horas nos meses de março, abril e maio.
A Alfa da Ursa Menor é a estrela Polar, ela indica o polo Norte celeste, para onde atualmente aponta o eixo da Terra. Essa estrela não é observada por nós do Hemisfério Sul, está sempre abaixo do horizonte. Do mesmo modo que as estrelas do Cruzeiro do Sul não são observadas pela maior parte dos habitantes do Hemisfério Norte.
Curiosidades
Encontro entre culturas
Conta-se que, na descoberta do “Novo Mundo”, o primeiro homem branco que chegou ao continente norte-americano, ao conversar com um índio apache, apontou para a Ursa Maior e disse: “Na minha terra, chamamos esse grupo de estrelas de A Grande Ursa”. O índio, com toda a calma peculiar, respondeu: “Nós também”. Como pode duas pessoas de continentes diferentes formarem a mesma imagem do grupo de estrelas da constelação?
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
terça-feira, 4 de junho de 2013
quarta-feira, 29 de maio de 2013
segunda-feira, 27 de maio de 2013
sexta-feira, 24 de maio de 2013
quarta-feira, 22 de maio de 2013
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
Sirius – A Estrela Mais Brilhante do Céu Noturno
(EPOD/Cienctec) Sirius é a estrela mais brilhante do céu noturno. Ela brilha na constelação de Canis Major, e é visível para a maior parte dos observadores no céu do Hemisfério Norte durante os meses de inverno. No Hemisfério Sul, a estrela Sirius é visível para todos os locais ao norte do Círculo Antártico durante o verão. Localizada a uma distância aproximada de 8.6 anos-luz do Sol, Sirius é uma das estrelas mais próximas. Seu brilho intenso no céu é uma combinação da sua proximidade com o seu brilho intrínseco.
Sirius poderia estar entre os alvos visíveis mais fáceis para a astronomia telescópica, mas o seu intenso brilho com magnitude de -1.46 faz dela difícil de ser imageada propriamente, já que processar os seus dados requer uma boa técnica. Contudo, Noel Carboni, conseguiu fazer uma bela imagem da estrela Sirius, como podemos ver acima. Essa imagem foi feita no dia 1 de Janeiro de 2013. Além de ter registrado muito bem a estrela Sirius, Noel conseguiu também registrar de forma espetacular as estrelas mais apagadas na vizinhança da Sirius.
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Um alô para nossa vizinha
Você saberia dizer qual a estrela mais próxima da Terra depois do Sol?
(Ciência Hoje das Crianças) Quem aí gosta de olhar para o céu e observar as estrelas? Pode ser difícil com a poluição luminosa das grandes cidades, mas ainda é possível ver algumas das estrelas mais brilhantes do céu.
De qualquer lugar do hemisfério sul, vemos as quatro estrelas do Cruzeiro do Sul, que, com a fraca “intrometida”, são cinco. Bem ao lado, duas estrelas bem brilhantes marcam os pés do Centauro. A mais brilhante delas, Rigil Kentaurus (que quer dizer justamente “o pé”, em árabe), também é chamada de Alfa Centauri, seguindo a tradição astronômica de chamar a estrela mais brilhante de uma constelação de “alfa” (a primeira letra do alfabeto grego). A propósito, ao lado dela, a outra estrela brilhante é Beta Centauri, a segunda estrela mais brilhante da constelação do Centauro (“beta”, por sua vez, é a segunda letra do alfabeto grego).
Rigil Kentaurus é a terceira estrela mais brilhante do céu, apesar de não ser uma estrela especialmente grande. É que ela está bem perto da gente e, da mesma maneira como vemos a lâmpada da nossa varanda mais brilhante que uma lâmpada igual na varanda de uma casa muito distante, também vemos Rigel mais brilhante que outras estrelas mais distantes.
Essa é a estrela mais próxima de nós depois do Sol. Ainda assim, estimamos que ela está há cerca de 4,4 anos-luz de distância da gente, ou seja, a luz que sai de Rigil Kentaurus leva 4,4 anos para chegar aos nossos olhos. Isso é realmente muito longe, porque, no espaço sideral, a luz anda a uma velocidade muito, muito grande: aproximadamente 300 mil quilômetros por segundo.
Vamos fazer as contas. Um ano tem pouco mais de 365 dias, e cada dia tem 24 horas. Cada hora tem 60 minutos e cada minuto, 60 segundos. Portanto, 4,4 anos-luz equivalem mais ou menos a 4,4 x 365 x 24 × 60 × 60 × 300.000 = 41.627.520.000.000 quilômetros.
Isso mesmo: a estrela fica a pouco menos de 42 trilhões de quilômetros. E é a nossa vizinha mais próxima! Não é que a gente more num canto remoto do universo; é que as distâncias entre as estrelas são realmente muito grandes…
Ao observar Rigil Kentaurus com um telescópio comum, podemos ver que o que, a olho nu, aparenta ser um único pontinho luminoso consiste, na verdade, em duas estrelas muito perto uma da outra, que foram apelidadas de Alfa Centauri A e Alfa Centauri B.
Olhando Rigil Kentaurus com telescópios mais poderosos, os astrônomos descobriram que há ainda uma terceira estrela, muito menor e muito pouco brilhante, do tipo das “anãs-vermelhas”. Suspeita-se que ela faça parte do sistema e que as três estrelas estejam ligadas pela gravidade umas às outras. Atualmente, é esta estrelinha menor, chamada Proxima Centauri, que está mais virada para o nosso lado e, portanto, que está mais perto de nós.
(Ciência Hoje das Crianças) Quem aí gosta de olhar para o céu e observar as estrelas? Pode ser difícil com a poluição luminosa das grandes cidades, mas ainda é possível ver algumas das estrelas mais brilhantes do céu.
De qualquer lugar do hemisfério sul, vemos as quatro estrelas do Cruzeiro do Sul, que, com a fraca “intrometida”, são cinco. Bem ao lado, duas estrelas bem brilhantes marcam os pés do Centauro. A mais brilhante delas, Rigil Kentaurus (que quer dizer justamente “o pé”, em árabe), também é chamada de Alfa Centauri, seguindo a tradição astronômica de chamar a estrela mais brilhante de uma constelação de “alfa” (a primeira letra do alfabeto grego). A propósito, ao lado dela, a outra estrela brilhante é Beta Centauri, a segunda estrela mais brilhante da constelação do Centauro (“beta”, por sua vez, é a segunda letra do alfabeto grego).
Rigil Kentaurus é a terceira estrela mais brilhante do céu, apesar de não ser uma estrela especialmente grande. É que ela está bem perto da gente e, da mesma maneira como vemos a lâmpada da nossa varanda mais brilhante que uma lâmpada igual na varanda de uma casa muito distante, também vemos Rigel mais brilhante que outras estrelas mais distantes.
Essa é a estrela mais próxima de nós depois do Sol. Ainda assim, estimamos que ela está há cerca de 4,4 anos-luz de distância da gente, ou seja, a luz que sai de Rigil Kentaurus leva 4,4 anos para chegar aos nossos olhos. Isso é realmente muito longe, porque, no espaço sideral, a luz anda a uma velocidade muito, muito grande: aproximadamente 300 mil quilômetros por segundo.
Vamos fazer as contas. Um ano tem pouco mais de 365 dias, e cada dia tem 24 horas. Cada hora tem 60 minutos e cada minuto, 60 segundos. Portanto, 4,4 anos-luz equivalem mais ou menos a 4,4 x 365 x 24 × 60 × 60 × 300.000 = 41.627.520.000.000 quilômetros.
Isso mesmo: a estrela fica a pouco menos de 42 trilhões de quilômetros. E é a nossa vizinha mais próxima! Não é que a gente more num canto remoto do universo; é que as distâncias entre as estrelas são realmente muito grandes…
Ao observar Rigil Kentaurus com um telescópio comum, podemos ver que o que, a olho nu, aparenta ser um único pontinho luminoso consiste, na verdade, em duas estrelas muito perto uma da outra, que foram apelidadas de Alfa Centauri A e Alfa Centauri B.
Olhando Rigil Kentaurus com telescópios mais poderosos, os astrônomos descobriram que há ainda uma terceira estrela, muito menor e muito pouco brilhante, do tipo das “anãs-vermelhas”. Suspeita-se que ela faça parte do sistema e que as três estrelas estejam ligadas pela gravidade umas às outras. Atualmente, é esta estrelinha menor, chamada Proxima Centauri, que está mais virada para o nosso lado e, portanto, que está mais perto de nós.
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
A Cor Contrastante das Estrelas em Perseus
(EPOD/Cienctec) A alguns anos atrás o fotógrafo que registrou a imagem acima fezmimagens do bem conhecido sistema duplo de estrelas Albireo, localizado na constelação de Cygmus, e que é um sistema constituído de estrelas próximas de cores distintas, no caso, uma estrela laranja e outra azul. Porém nas imagens feitas por ele, ele nunca conseguiu observar o contraste de cores nas imagens. Então ele consultou um mapa estelar para ver se ele poderia encontrar outro sistema duplo de estrelas coloridas para realizar imagens e que coubessem no campo de visão de seu telescópio refrator de 90 mm, um Takahashi Sky. Surpreendentemente existia somente ummsistemamduplo de estrelas que se encaixava no critério, Algo, e Rho Persei, na constelação de Perseus, e como as duas são também visíveis a olho nu, quer dizer que são muito brilhantes.
Na imagem acima, Algol é a brilhante estrela azul e Rho Persei é a brilhante estrela vermelha. Algol, ou Beta Persei, ou ainda SAO 38592, também conhecida como estrela do demônio é um sistema eclipsaste binário, de modo que a estrela que eclipsa Algol, causa uma variação de brilho, mudando sua magnitude de 2.1 para 3.4 a cada 2 dias 20 horas e 49 minutos. Embora Algol seja um sistema eclipsante binário ele é se fato um sistema triplo de estrelas.
Algol está a 92 anos-luz de distância do Sol, é 3.9 vezes mais massiva, 4 vezes maior e 98 vezes mais luminosa que o nosso Sol, com uma temperatura em superfície de 9200 Kevin. Sua coloração é branco-azulada. A sua companheira mais próxima, a estrela 25-Rho Persei, ou SAO 56138 é menosmcomumente conhecida como Gorgonea Tertia, a terceira de quatro Forgons. Rho Persei é também uma estrela variável, ela é classificada como sendo uma variável semiregular do tipo Mu Cephei que tem uma variação de magnitude entre 3.3 e 4.0 num período de 50, 120, e 250 dias.
A estrela Rho Persei FIA a 325 anos-luz de distância do Sol, é 5 vezes mais massiva, 150 vezes maior e 2290 vezes mais luminosa que o nosso Sol e tem uma temperatura superficial de 4111 kelvin. Sua cor vermelho-alaranjada característica a classifica como uma estrela do tipo M. Para se ter como comparação, o nosso Sol tem uma temperatura superficial de 5778 kelvin, é mais quente que a Rho Persei, e por isso aparece mais amarelado domque vermelho mas é muito mais frio que a estrela branca azulada Algol com seus 9200 kelvin.
Se você mora no hemisfério norte, no final dessa semana poderá olhar em direção da constelação de Perseus na parte nordeste do céu, por volta da meia noite e ver os meteoros provenientes da chuva anual de meteoros Perseidas. Como a Lua estará na sua fase nova no pico da chuva, entre os dias 11 e 12 de Agosto de 2012, o céu estando limpo permitirá que você observe entre 4 a 5 estrelas cadentes por minuto.
quarta-feira, 18 de julho de 2012
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